O ponto que vivia
Sobre as linhas escuras
Da amargura diária
Da exclusão
Por ser um ponto torto, diferente.
Chorava constantemente
Nos braços do nada
Que o acolhia no silêncio
E o fazia dormir na rua
No calor da vida fria e morta.
Por Figueiredo, Cristal
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