O povo herói já não vale nada
Pois vende sua palavra para o poder,
E o sol da liberdade em raios fugidos,
Nunca brilhou.
Não conquistamos nada
Apenas aceitamos o que nos era proposto.
E liberdade não tem seio.
Ó pátria amada e idolatrada,
Pelos poucos que ganham tudo
Nas custas dos fracos
Que acreditam num amanha diferente.
E o teu futuro espelha a grandeza,
Da mentira que tu és.
Pátria amada?
Que enterra os filhos do próprio solo
numa grande farsa de povo unido.
Por Figueiredo, Cristal
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