Que linda menina
Dos olhos castanhos
Bochechas macias
Que sou eu.
Que cara ridículo
Do coração podre
Do jeito metido
Que me deixou no breu.
Que amor singelo
Paixão escrota
Amor negado
Amor que morreu.
De jeito inocente
Da menina calminha
à fúria que matou
O que não seria seu.
Por Figueiredo, Cristal
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