Já é noite, e a chuva cai
Lá fora não há ninguém,
Trovoes ecoam pela cidade,
O silêncio toma conta
E o frio congela.
As famílias se recolhem
Os mendigos se encolhem,
A alma de muitos congela e morrem
No frio que corta
Na enchente que quase mata.
Todos isolados
Pela grande quantidade de água,
Muito estão morrendo por conta das doenças
E outros tentando sobreviver
Embora a tristeza não queira deixar.
E tudo só acaba au tocar do meu despertador.
Por Figueiredo, Cristal
Por Figueiredo, Cristal

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