Os corpos estripados jogados pela rua
Trazem as lembranças do dia do apocalipse,
Foi quando tudo parecia normal num dia ensolarado e quente
As pessoas viviam sua vida normal,
Todos trabalhando em busca dos seus trocados pingados,
Não se importavam mais com a sua felicidade
Nem com sua existência.
Alguma noticia sobre o ultimo dia
Rolava estampada nos jornais e noticiários
Todo mundo olhava, mas ninguém enxergava
Todos descrentes do fim
Ou nem sabidos...
Foi quando bateu as sete da noite,
Talvez um pouco de mal-estar ou medo, estagnou-se na cidade
Não se sabe bem ao certo,
Quando a besta deu seu ar
Jurando o apocalipse naquele momento
Uns choravam
Outros faziam oferendas a bestas
Tentando se salvar.
Mas nada resolveria naquele momento
O fim de todos se achegava.
Os descrentes de deus começaram a rezar,
E os fieis começaram a se suicidar
Na esperança de encontrar a ajuda no seu deus distante
E inexistente.
Foi quando a besta acabou com tudo
Principalmente com a esperança de viver,
E todos morreram sem ao menos sair das suas rotinas no ultimo dia de suas vidas.
Tudo por causa da besta.
Por Figueiredo, Cristal